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Novo disco de Lenine reúne inéditas e homenagens a mestres da música brasileira

O disco, que reúne 11 faixas inéditas, marca o primeiro álbum de estúdio de Lenine em dez anos e traz homenagens a mestres da música brasileira

Por Redação Bravo!
Atualizado em 28 nov 2025, 17h08 - Publicado em 28 nov 2025, 17h03
Lenine
Lenine lança "Eita", seu novo álbum de estúdio.  (Gilda Midani/divulgação)
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Há discos que chegam depois de longos intervalos e reorganizam um percurso artístico. Eita, novo trabalho de Lenine após dez anos sem lançar um álbum de estúdio, nasce desse movimento de retorno. O disco, lançado em 28 de novembro, reúne 11 faixas inéditas e retoma a relação do artista com o estúdio, agora filtrada por uma década de shows, parcerias e deslocamentos.

No repertório, Lenine divide a autoria com nomes de diferentes gerações, como Arnaldo Antunes, João Cavalcanti, Lula Queiroga, Siba e Gabriel Ventura. As novas composições mantêm a ligação do artista com o Nordeste, região que orienta ritmos, arranjos e escolhas de timbre, e também reverenciam figuras fundamentais de sua formação. Não por acaso, o álbum é dedicado a Dominguinhos, Hermeto Pascoal, Letieres Leite e Naná Vasconcelos, músicos cuja influência se insinua tanto na linguagem quanto no espírito do projeto. A direção artística é de Lenine, e a produção musical, de Bruno Giorgi.

Além do disco, Eita chega acompanhado de um audiovisual em média-metragem, disponível no YouTube. Dirigido por Lenine ao lado de Kabé Pinheiro e Laís Branco, o filme percorre Recife, Rio de Janeiro e São Paulo. Com roteiro de George Moura e João Moura, o registro busca criar um ambiente que amplia a escuta das faixas, aproximando paisagens urbanas, ensaios e momentos de circulação do artista.

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Capa de Eita, novo álbum de Lenine, criada a partir de uma linogravura desenvolvida especialmente pela artista Luiza Morgado (Flora Pimentel/divulgação)

A identidade visual segue o mesmo princípio de concisão e proximidade. A capa é construída a partir de uma linogravura criada pela artista pernambucana Luiza Morgado, fotografada por Flora Pimentel. O resultado aposta numa estética que dialoga com o caráter mais íntimo das composições.

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Entre registros sonoros e visuais, Eita marca a retomada de Lenine ao formato do álbum, articulando memória e experimentação sem recorrer a grandes gestos comemorativos. É um retorno que se apoia na colaboração, na escuta e na revisão de influências.

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