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5 filmes por Fernanda Pessoa

Por Bravo 24 abr 2019, 08h01 • Atualizado em 21 set 2022, 22h23
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  • As indicações da cineasta, diretora do longa-metragem “Histórias Que Nosso Cinema (Não) Contava”

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    Histoire(s) du Cinéma, Jean-Luc Godard
    Apesar de não ser o meu Godard preferido, esta série é para mim uma grande referência de montagem. Há diversas camadas simultâneas de som e imagens, que continuam se revelando cada vez que assisto. De vez em quando vejo algum capítulo aleatoriamente, só pra relembrar que um documentário não precisa ser tradicional ou didático.

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    Mar de Rosas, Ana Carolina 
    Um dos meus filmes brasileiros preferidos de todos os tempos. Com um humor sarcástico e inteligente, Ana Carolina criou duas protagonistas incríveis — Felicidade, interpretada por Norma Bengell, e Betinha, interpretada por Cristina Pereira — e situações absurdas que não deixam de me impressionar a cada revisão. Daqueles longas a que assisto e penso “eu queria ter feito esse filme”.

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    As Aventuras Amorosas de um Padeiro, Waldir Onofre 
    Uma pérola pouco conhecida do nosso cinema popular nacional. Acabou virando um filme referência para mim enquanto pesquisava pornochanchadas. O longa dirigido por Waldir Onofre e produzido 
    por Nelson Pereira dos Santos trata do racismo na sociedade brasileira e do direito das mulheres ao aborto. Um exemplo de como se fazer comédia popular — muito engraçada, diga-se de passagem, com crítica social inteligente. Uma obra-prima.

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    Violência e Paixão, Luchino Visconti
    Tem algo no estilo cinematográfico deste filme que me fascina. Burt Lancaster mais velho, com toda a sua elegância decadente, a família “degenerada”, os cenários kitsch e os zooms exagerados. Sinto que poderíamos usá-lo como modelo para fazer um filme sobre a elite brasileira de hoje. Eu o revejo esporadicamente, e é sempre um prazer.

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    Os Catadores e Eu, Agnès Varda
    É um filme que sempre revejo para pensar o fazer documental, a participação da cineasta atrás e à frente das câmeras, a relação com os personagens e a construção de uma narrativa que parece convencional, mas não segue nenhuma estrutura rígida. Assisti a todos os filmes de Agnès, e ela acabou virando uma grande referência de documentarista.

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