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Ed Motta: confira os 5 filmes favoritos do cantor e cinéfilo

Músico revela os clássicos que ajudaram a formar sua paixão pelo cinema, com destaque para o cinema em preto e branco dos anos 30 aos 50

Por Tomas Novaes 27 set 2026, 08h00
Homem negro careca, de barba grisalha, óculos vermelhos, terno azul-marinho, camisa vermelha e gravata branca, apontando para a esquerda com o polegar e para baixo com o indicador, sorrindo para a câmera em um fundo vermelho
Ed Motta: músico acaba de lançar o disco 'Toc-Toc' (Jorge Bispo/divulgação)
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Ed Motta é apaixonado por música, mas também por cinema. O músico carioca, que acaba de lançar o disco Toc-Toc (2026), conversou com a Bravo! sobre suas referências culturais.

“O meu interesse por cinema é genuíno para caramba, principalmente o cinema preto e branco dos anos 30 aos anos 50. É o cinema que eu sempre colecionei e li muita coisa”, disse o cantor e compositor carioca.

Confira, a seguir, a lista de filmes favoritos selecionada caprichosamente pelo músico.

Playtime (1967) – Jacques Tati

Filme do diretor francês acompanha Sr. Hulot, que precisa entrar em contato com um oficial americano em Paris e fica perplexo com o labirinto de arquitetura moderna da cidade.

Homem de chapéu e sobretudo cinza, de costas, observa um escritório futurista com cubículos individuais, onde pessoas trabalham em mesas com telefones. Uma escada rolante aparece à direita e carros estacionados ao fundo, visíveis através de uma grande janela
Cena de ‘Playtime’: filme de 1967 (Divulgação/divulgação)
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Double Indemnity (1944) – Billy Wilder

O filme noir americano conta a história de um vendedor de seguros, vivido por Fred MacMurray, que conspira com uma mulher, papel da atriz Barbara Stanwyck, para matar o marido dela e reinvindicar o seguro de vida.

Cartaz do filme Double Indemnity com um casal abraçado, a mulher de vestido amarelo e o homem de terno escuro, segurando uma arma. No canto superior direito, um homem de chapéu e terno. Títulos e nomes dos atores em destaque.
Cartaz do filme ‘Double Indemnity’: longa de 1944 (Divulgação/divulgação)

Criss Cross (1949) – Robert Siodmak

Estrelado por Burt Lancaster, Yvonne De Carlo e Dan Duryea, o filme noir acompanha Steve Thompson e sua busca por sua ex-esposa, Anna, em Los Angeles.

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Cartaz do filme Criss Cross com um homem de camisa azul segurando uma mulher de vestido vermelho no colo, ambos olhando para o lado. Acima, uma mão escura aponta uma arma. No canto inferior direito, um carro capotado e pessoas em ação. O título Criss Cross em vermelho domina a parte inferior
‘Criss Cross’: longa de 1949 (Divulgação/divulgação)

Victim (1961) – Basil Dearden

Longa do diretor britânico foi um dos primeiros filmes a falar abertamente sobre homossexualidade. A história mostra o jovem Jack “Boy” Barret, vítima de chantagem para que sua sexualidade e caso com um famoso advogado não sejam revelados.

Pôster do filme Victim em roxo e branco. Um homem de terno escuro corre para a direita, enquanto uma figura fantasmagórica branca e grande se aproxima da esquerda. O título VICTIM aparece em letras brancas rasgadas por uma faixa preta horizontal. Textos adicionais em inglês descrevem o filme e os atores
O filme ‘Victim’: trama aborda a homossexualidade (Divulgação/divulgação)
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Patterns (1956) – Fielder Cook

O drama corporativo, estrelado por Van Heflin e Everett Sloane, acompanha um engenheiro industrial recrutado para um cargo de destaque em uma grande empresa de Nova York, onde se vê envolvido em disputas de poder e pressões profissionais.

Pôster do filme Patterns com o ator Van Heflin em preto e branco, com expressão séria, sobre um cenário de arranha-céus desabando e uma silhueta de cidade ao fundo. O título Patterns está em letras grandes, azuis e rosas, sobre um fundo roxo. O topo do pôster é azul e rosa, com o texto Patterns of Passion... Patterns of Greed... Patterns of Lust... that shake the gray flannel world of big money like an earthquake!.
A capa: filme lançado em 1956 (Divulgação/divulgação)
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